Primeiro resultado parcial dos leilões de terneiros de 2026 já está disponível aos produtores

Leilões de terneiros

Começou a divulgação dos resultados dos Leiloes de terneiros de 2026. A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) reforça aos pecuaristas catarinenses para que confiram o primeiro resultado parcial deste ano. Os dados, atualizados nesta semana, foram divulgados pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

De acordo com o professor Diego Cucco, responsável pelo GMG da Udesc, essa é uma fase favorável do ciclo pecuário, com elevação nos preços pagos ao produtor. Contudo, nos últimos tempos, o cenário geopolítico mundial tem se mostrado instável e, muitas vezes, imprevisível. Por isso, é fundamental o acompanhamento constante dos preços.

“Adotamos como critério iniciar as divulgações quando cerca de pelo menos 20% dos leilões estaduais previstos já tenham sido realizados. Além disso, cada região passa a aparecer nas divulgações a partir do momento em que pelo menos três leilões tenham sido realizados naquela localidade”, explicou Diego.

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, ressalta que acompanhar os resultados dos leilões é fundamental para que o produtor rural tenha uma referência clara do mercado. “Esses dados indicam o comportamento dos preços, mostram tendências de valorização ou retração e ajudam na tomada de decisões sobre o melhor momento para comercializar os animais”.

O dirigente destaca, ainda, que os leilões de terneiros estão entre as principais referências para o mercado agropecuário no estado. “Essa análise, feita pelo GMG da Udesc, tem sido essencial para que o pecuarista acompanhe, com precisão, a variação dos preços nas diferentes regiões”.

Como tem ocorrido nos últimos anos, a oferta de terneiros no Estado começa pelo Meio Oeste e pelo Oeste, regiões que já apresentam resultados aptos à divulgação.

CONFIRA OS RESULTADOS

No Meio Oeste, com quatro leilões realizados, a média dos machos está em R$ 16,11 por quilo de peso vivo, enquanto para as fêmeas a média é de R$ 15,17.

No Oeste, onde já foram realizados nove leilões, o valor médio dos machos está em R$ 14,92, e o das fêmeas em R$ 14,35.

A média estadual, considerando 14 leilões realizados, registra R$ 15,31 para os machos e R$ 14,68 para as fêmeas de desmama.

As informações completas também estão disponíveis no programa “Conexão Udesc e a Produção Animal” e no perfil do Instagram @gmg_udesc. Acompanhe também no site da Faesc  https://sistemafaesc.com.br/ e no Instagram (@sistemafaescsenar).

Por MB Comunicação